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Maria
Madalena, outra história
(artigo de Moacir Sader
)
(A
versão integral deste artigo está publicada no livro:
"Viagem à cidade espiritual de
Necanerom" de
Moacir Sader)
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Maria
Madalena, de todas as personagens Bíblicas, talvez seja aquela personagem mais
deturpada, encoberta por inverdades divulgadas ao longo dos séculos pela Igreja,
pelos textos Bíblicos e por errôneas interpretações. Paralelamente às
inverdades, uma outra história tem sido contada de modo sublinear pela arte ao
longo de dois mil anos de história Cristã e, também, pelos textos apócrifos.
Recentemente,
o livro O Código Da Vinci, de Dan Brown, percorreu o mundo, sendo lido por milhões
de pessoas. Em meio a uma história de suspense, o autor insere algumas das
verdades, que ao longo do tempo, estavam sendo ocultas. Dan Brown nos chama a
observar o quadro da Santa Ceia, de Leonardo da Vinci, onde transparece que uma das imagens dos apóstolos apresenta traços femininos, estando com a
mesma cor da roupa de Jesus e interligada a Ele por um grande M formado
pela postura física dos dois na pintura, em face da cor vermelha. Segundo a
interpretação do autor de O Código Da Vinci, os dois símbolos, a letra M e a
cor vermelha, indicariam ser Maria Madalena a personagem ao lado de Jesus.
Vejamos,
a seguir, a imagem da Santa Ceia pintada por Leonardo Da Vinci, no ano aproximado
de 1495, na Igreja Santa Maria Delle Grazie, em Milão, onde aparece nitidamente
o formatado de um M, seguindo-se os contornos da cor vermelha nas roupas de Jesus e
de Maria Madalena.

Imagem
extraída da Revista Super Interessante
edição - outubro/2004
Em
sendo esta a interpretação correta, o que Da Vinci pretendia com a mensagem
sublinear? Da Vinci, ao que se sabe, pertencia ao Priorado de Sião, sociedade
secreta fundada em Jerusalém no ano em 1099 pelo rei Godofredo de Bouillon, com
o objetivo de guardar um segredo mantido por sua família desde há época de
Jesus. E para ajudar na manutenção e proteção desse segredo foi criada a
Ordem dos Cavaleiros Templários. O segredo que se queria, a todo custo
resguardar, dizia respeito ao Santo Graal. Da Vinci, de forma oculta na arte,
guardou o segredo, mas legando ao futuro a sua descoberta.
O
Priorado de Sião, conhecido também como Monastério do Sinai, segundo alguns
pesquisadores históricos, constituiu-se em uma sociedade secreta, relacionada
à Maçonaria e aos Rosacruzes, criada para proteger a linhagem divina. Além de
Da Vinci, participaram dessa sociedade secreta personagens históricos e
escritores importantes, tais como, Isaac Newton e Victor Hugo.
Existe
uma corrente imensa de pesquisadores que admitem que Jesus e Maria Madalena
foram casados e deste casamento pode ter nascido uma filha, que seria a descendência
real, o sangue real, o Santo Graal, e que Maria Madalena com sua filha, chamada
Sara, foram viver na França. Esse seria o grande segredo, a versão da história
guardada há milênios, ou melhor, história que se julgava devidamente
sucumbida a partir do Concílio de Nicéia, ocorrido no ano de 327 depois de
Cristo.
O
Pintor George de la Tour, que viveu nos anos 1593-1652, pintou Maria Madalena grávida,
conforme se pode ver na reprodução do quadro a seguir:

Imagem
extraída do livro
Maria Madalena e o Santo Graal
Com
a descoberta, por volta de 1896 em um mosteiro egípcio, do Evangelho segundo
Maria Madalena, descobriu-se uma verdade incontestável: Maria Madalena, muito
mais do que está dito na Bíblia, foi, verdadeiramente, uma discípula de
Jesus, e, segundo diversos historiadores, o discípulo mais próximo do Mestre,
de seus ensinamentos espirituais. Estes ensinamentos estavam inteiramente
ligados à espiritualidade interior, sendo o verdadeiro caminho para a evolução
espiritual, como vemos no trecho a seguir do Evangelho, segundo Maria Madalena,
em que Jesus disse:
" Todas as espécies, todas as formações, todas as criaturas estão
unidas, elas dependem umas das outras, e se separarão novamente em sua própria
origem. Pois a essência da matéria somente se separará de novo em sua própria
essência. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça."
Unidos
estamos todos nós, formando a essência da vida e com Deus dentro de cada um,
por isso o caminho é mergulhar em nosso interior, achar a direção de nossa
evolução, encontrar o Deus que habita em nós. Na passagem seguinte do
Evangelho de Maria Madalena, essa mensagem de Jesus está cristalina, destacando
ainda que Ele não deixou normas, pedindo tão somente que levassem em conta o que
ele "mostrou" na sua prática de amor incondicional.
Quando
o Filho de Deus assim falou, saudou a todos dizendo: "A Paz esteja
convosco. Recebei minha paz. Tomai cuidado para que ninguém vos afaste do
caminho, dizendo: 'Por aqui' ou 'Por lá', Pois o Filho do Homem está dentro de
vós. Segui-o. Quem o procurar, o encontrará. Prossegui agora, então, pregai o
Evangelho do Reino. Não estabeleçais outras regras, além das que vos mostrei,
e não instituais como legislador, senão sereis cerceados por elas." Após
dizer tudo isto partiu.
O
Evangelho, segundo Tomé, descoberto em 1945, tratou exatamente do mesmo enfoque
encontrado no Evangelho de Maria Madalena. Vemos este aspecto no trecho a
seguir, escolhido do artigo publicado na revista Super Interessante, na edição
de dezembro
de 2004:
O
Evangelho de Tomé e outros apócrifos falam ao coração de um continente que não
pára de crescer nos tempos atuais: os ávidos por espiritualidade, mas
desconfiados da religião.
Segundo
Tomé, neste Evangelho, considerado apócrifo:
O
reino está dentro de vós e também em vosso exterior. Quando conseguirdes
conhecer a vós mesmos, sereis conhecidos e compreendereis que sóis os filhos
do Pai vivo. Mas se não vos conhecerdes, vivereis na pobreza e sereis a
pobreza.
O
Evangelho de Maria Madalena apresenta ensinamentos de Jesus, que não foram
passados para os outros discípulos ou não compreendidos por eles na fala do
Mestre. Que o reino de Deus está dentro de cada pessoa e que é necessário se
manter em equilíbrio para não atrair doenças e a morte física. Visão esta
plenamente aceita atualmente pela medicina alternativa em todas as correntes. A
cura de doenças pela medicina alternativa tem sido realizada através da
recomposição do equilíbrio energético. Nas passagens, a seguir, do Evangelho
de Maria Madalena, podemos ver essa visão espiritualista de forma inequívoca:
Pedro
lhe disse: “Já que nos explicaste tudo, dize-nos isso também: o que é o
pecado do mundo?" Jesus disse: "Não há pecado; sois vós que os
criais, quando fazeis coisas da mesma espécie que o adultério, que é chamado
'pecado'. Por isso Deus Pai veio para o meio de vós, para a essência de cada
espécie, para conduzi-la a sua origem”. Em seguida disse: "Por isso
adoeceis e morreis [...]. Aquele que compreende minhas palavras, que as coloque
em prática. A matéria produziu uma paixão sem igual, que se originou de algo
contrário à Natureza Divina. A partir daí, todo o corpo se desequilibra. Essa
é a razão por que vos digo: tende coragem, e se estiverdes desanimados,
procurais força das diferentes manifestações da natureza. Quem tem ouvidos
para ouvir que ouça”.
Nos
Evangelhos de Maria Madalena e de Felipe, encontra-se a nítida valorização da
mulher, pois em ambos se vê que Jesus fazia revelações privilegiadas a Maria
Madalena por ser ela quem mais estava em sintonia com os ensinamentos do Mestre.
Mas, a ligação de Jesus e Maria Madalena ia mais além, como se lê no
Evangelho de Felipe, no seguinte trecho:
E
a companheira do Salvador é Maria Madalena. Cristo amava-a mais do que a todos
os discípulos e costumava beijá-la com freqüência na boca. O resto dos discípulos
ofendia-se com isso e expressava sua desaprovação. Diziam a ele: Porque tu
amas mais do que a nós todos?
Em 1891, um fato veio acender ainda mais as questões envolvendo Maria Madalena. Quando da reforma de uma igreja no sul da França, em Rennes-le-Château, o padre Bérenger Saunière teria encontrado um tesouro, segundo se soube, trazido da Terra Santa e guardado pelos Cavaleiros Templários. Este segredo comprovaria a existência de descendentes diretos de Jesus, ou seja, da linhagem sagrada.
Sabe-se
pelos textos apócrifos, que depois da morte de Jesus, os outros discípulos não
desejavam ver uma mulher no comando do grupo, o que naturalmente estava
acontecendo pelo enorme conhecimento espiritual de Madalena. Pedro por diversas
vezes contestava e se atritava com Madalena, pois temia que ela definitivamente
se tornasse líder do grupo. A partir dessa luta de poder relativo à liderança
do cristianismo e pelo fato de uma mulher contemplar mais conhecimentos que
todos os discípulos, foi forjada a história da prostituta, que todos nós,
lamentavelmente, conhecemos.
Um
dos livros que inspiraram o autor de O Código Da Vinci foi Maria Madalena e o
Santo Graal, da autora Margaret Starbird. Este livro é um de tantos outros que
apresentam a ligação do Santo Graal com Maria Madalena e a descendência de
Jesus. Margaret Starbird, querendo contestar outros autores sobre a heresia do
Graal, que dizia ter sido Jesus casado com Maria Madalena, mergulhou na história
européia, nos rituais maçônicos, na arte medieval, no simbolismo, na
psicologia, na mitologia e na religião (judaica e cristã). Contudo, acabou, de
modo surpreendente, encontrando rastros de enorme evidência de tudo ter sido
verdade, oculto e guardado sob várias formas, sobretudo na arte. Todas as evidências
levaram a autora concluir que Jesus e Maria Madalena foram realmente casados e
que tal casamento ocorreu de modo escondido, pois estavam sendo unidas as famílias
de David, filhos de Jessé (Jesus) e de Jônatas, filho de Saul (Maria
Madalena). Stargird, no livro citado, p. 24, escreve:
O
casamento foi realizado na casa de Simão, o leproso. Somente alguns amigos íntimos
e suas famílias foram convidados. Era necessário manter o fato em segredo para
que Herodes Antipas não descobrisse que uma herdeira de Benjamim unira-se em
matrimônio a um filho da casa de Davi.
Daí
a confusão que sempre fizeram os discípulos ao ver Madalena tratar Jesus, em público,
com carinhos físicos, o que seria inaceitável para uma mulher naquela época,
a não ser que ela fosse casada e tivesse tratando assim o seu marido.
Outro
importante argumento em prol de ter sido Jesus casado está no livro O Código
Da Vinci, página 262:
Porque
Jesus era Judeu (...) e o decoro social daquela época praticamente proibia que
um judeu fosse solteiro. De acordo com os costumes judaicos, o celibato era
proibido e a obrigação de um pai judeu era encontrar uma esposa adequada para
o seu filho. Se Jesus não fosse casado, pelo menos um dos evangelhos da Bíblia
teria mencionado isso e dado alguma explicação para o fato de ele ter ficado
solteiro.
Esse
casamento representou grande importância dinástica, pondo em risco o governo
da época, pois o poder político de Jesus passaria inevitavelmente a incomodar.
Este fato pode muito bem ser deduzido pelo tipo de morte sofrida por Jesus, pois
a crucificação ocorria para quem fosse insurreto, no caso contra o governo,
mas principalmente pela sua dinastia. Tanto assim, que Madalena, precisou fugir
para não ser morta, indo se exilar na França.
No
livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, dos autores Michael Baigent, Richard
Leigh Henry Lincoln, o assunto Maria Madalena e seu casamento com Jesus aparece
de forma enfática. Sobre o casamento, citamos a passagem encontrada na página
286:
Se
Jesus foi realmente casado com Madalena, poderia tal casamento ter servido a
algum propósito? Em outras palavras, poderia ele ter significado algo mais que
um casamento convencional? Poderia ter sido uma aliança dinástica de algum
tipo, com repercussões e implicações políticas? Em suma, poderia uma estirpe
resultante desse casamento ter garantido o nome de “sangue real”?
Somente
o casamento dos dois poderia explicar a presença de Madalena nas viagens de
Jesus. No mesmo livro, página 276, lemos:
O
papel desta mulher é singularmente ambíguo nos quatro Evangelhos e parece ter
sido deliberadamente obscurecido(...) Na palestina do tempo de Jesus seria
impossível que uma mulher não casada viajasse desacompanhada. Mais
impensadamente ainda seria viajar desacompanhada e junto com um mestre religioso
e seu círculo. Várias tradições parecem ter tomado conhecimento deste fato
potencialmente embaraçoso. Pretende-se em alguns casos que Madalena tenha sido
casada com um dos discípulos de Jesus. Se este era o caso, entretanto, seu
relacionamento especial com Jesus e sua proximidade a ele os teriam tornado
ambos sujeitos a suspeitas, se não acusações de adultério.
É
certo que Madalena se apresenta em especial importância na história de Jesus,
na história do Cristianismo, como podemos ver no mesmo livro, página 277:
...é
evidente que Madalena, no final da carreira de Jesus, tinha se tornando um
personagem de imensa importância. Nos três Evangelhos sinópticos, seu nome
encabeça consideravelmente a lista mulheres que seguiam Jesus (...) Ela é a
primeira testemunha da tumba vazia após a crucificação. Para revelar a
ressurreição, Jesus escolheu Madalena entre todos os seus devotos.
Se
por um lado os discípulos masculinos ficaram escondidos, com medo, quando da
crucificação de Jesus, Maria Madalena se manteve presente, assistindo,
sofrendo, o tempo todo, conforme mencionado nos Evangelhos de Mateus, Marcos e
João.
Os
autores do livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada tecem um importante comentário
sobre a validade dos Evangelhos apócrifos, que no trecho a seguir escolhidos (página
323), eles os denominam de Gnósticos:
À
luz dos manuscritos Nag Hammadi, a possibilidade de uma linhagem sanguínea
descendente de Jesus nos pareceu mais plausível. Alguns dos chamados Evangelhos
Gnósticos eram potencialmente tão verdadeiros e autênticos quanto os livros
do Novo Testamento. Como conseqüência, os fatos que eles, explícita ou
implicitamente, testemunham – um substituto na cruz, uma disputa entre Pedro e
Madalena, um casamento entre Madalena e Jesus, o nascimento de um “filho do
Filho do homem” – não poderiam ser desprezados, por mais controvertidos que
fossem. Estávamos lidando com história, não com teologia. E a história, no
tempo de Jesus, não era menos complexa, multifacetada e orientada para o
pragmatismo do que é hoje.
Inegável
se apresenta a ligação especial de Jesus com Maria Madalena. No tempo em que
vivemos não cabe mais falar em Madalena como prostituta. No século VI, o Papa
retirou o título de penitente dado indevidamente à Maria Madalena, mas isso é
pouco para resgatar a grande importância de Madalena no advento de
Cristianismo. Além do indevido título de prostituta, tentaram destruir o
Evangelho de Madalena, pois nele continha o importante ensinamento transmitido
por Jesus de que o caminho não está em seguir esta ou aquela estrada, quiçá
esta ou aquela religião, mas na busca interior, na evolução interior a
caminho do Deus que habita em todos nós. Mais que rotular indevidamente
Madalena, sucumbiram o verdadeiro Cristianismo, aquele praticado por Jesus, que
não criou nenhuma religião, nem pregava ou vivia em igrejas, mas praticava,
verdadeiramente, o mais puro amor, a mais bela espiritualidade e como Ele mesmo
disse:"Não estabeleçais outras regras,
além das que vos mostrei,
e não instituais como legislador, senão sereis cerceados por elas."
Se
não há prova contundente de que Maria Madalena fora casada com Jesus, certo é
que ambos estiveram ligados por um amor especial, espiritual raro. Por informações
canalizadas, sabemos que Jesus e Maria Madalena são almas gêmeas, e que, na
Palestina, encarnaram para viver e ajudar mutuamente na implantação do
cristianismo. No livro A Gruta do Sol, da autora Marisa Varela, auxiliada por
mestres de luz, a ligação espiritual de Jesus e Maria Madalena aparece translúcida.
Numa das festividades do Sexto Raio, puderam ser vistos os dois juntos, na
seguinte passagem (páginas 144/145):
Finalmente...a
presença especial, sobre a qual correram tantos rumores e especulações:
Joshua (Jesus), que estava acompanhado de seu mulher lindíssima, de longos
cabelos crespos e olhos claros. Seu Raio Gêmeo, certamente. Murmurando, alguém
às minhas costas logo a identificou: - Maria Madalena (...) Ele fez um gesto
com a mão, saudando a platéia, depois sentou-se a lado de Maria Madalena,
ocupando a cadeira central que lhe estava destinada (...) O apresentador (...)
agradeceu a presença de todos os que ali estavam prestigiando a solenidade e
especialmente ao do Mestre Joshua e sua mulher Maria Madalena, os convidados de
honra.
Seja lá o que o homem do passado, a Igreja e as religiões tenham escondido sobre a personagem Maria Madalena, a sua importância na implantação do Cristianismo foi extremamente vital, ela veio para ajudar Jesus e sua ligação com o Mestre dos Mestres está condignamente reconhecida naturalmente nas esferas espirituais. Aqui na Terra, os artistas do passado conservaram, esconderam (mostrando) a verdade e no tempo em que vivemos, no alvorecer da Nova Era, a verdade se abre, desfralda o seu leque, deixando em letras garrafais a inegável verdade. Já não é apenas questão de ter olhos para ver, trata-se de evidências tão incontestáveis que a verdade está se impondo a todos, queiramos ou não.
Abraços
fraternos,
Os
temas constantes do livro "Viagem
à cidade espiritual de Necanerom" (204
páginas):
Experiências astrais e Necanerom / Premonições
/ Transformação quântica do pensamento / Nova era sendo implantada / Almas gêmeas
na nova era / Eu Sou presença Divina / Jesus e o Sermão da Montanha / Maria
Madalena, outra história / Evangelhos apócrifos / As mensagens de Jesus para a
nova era / O poder da fé na cura cármica / O trabalho e a espiritualidade /
Reiki, processo de cura / Lei da atração / Como implantar na Terra a era de
luz? / Chegada da nova era.
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Luz,
paz, amor e esperança no futuro da humanidade.
É tempo de conhecer e saber como influir, ser participante pró-ativo na
implantação da Nova Era, evoluindo junto com a nova dimensão planetária.
Abraços fraternos,
Lançamento em 1º/10/2008
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Livros
e revistas pesquisados e citados no artigo acima:
1)
Brown, Dan, O Código Da Vinci. Editora Sextante. Rio de
Janeiro.2004.
2)
Starbird, Margaret. Maria Madalena e o Santo Graal. Editora
Sextante. Rio de Janeiro. 2004
3)
Baigente, Michael; Leigh, Ricahard; Lincoln, Henry. O Santo Graal e
Linhagem Sagrada. 2 ed. Editora Nova Froteira. Rio de Janeiro. 1993.
4)
Varela, Marisa. A Gruta do Sol.8 ed. Editora Missão Orion. Rio de
Janeiro. 1996.
5)
Revista Super Interessante: O Código Da Vinci. Edição 205.
Outubro 2004.
6)
Revista Super Interessante: Jesus Proibido. Edição 207. Dezembro 2004.
7)
Evangelhos apócrifos segundo Maria Madalena, segundo Tomé e segundo
Felipe.
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Outros
textos sobre a Nova Era
clique aqui
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