Pensamentos do livro
 
"Dias Azuis" de Moacir Sader

 

 

Sempre que sentimos o amor coletivo,

o nosso coração, como fonte primária, se inspira no sentir a dois.

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O amor dual é, sem dúvida, a fonte de aprendizagem
e de inspiração do amor coletivo e incondicional.
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Ao pensar no amor incondicional coletivo (...)
o meu coração emite sinais de um grande amor
por pessoa específica ao meu coração.
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Ela se transforma em imagem simbólica em meu coração,
representando o planeta, todos os seres vivos e Deus,
proporcionando-me amar amplamente e com plenitude.
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A espiritualidade (...) desperta nos seres humanos
de forma individual a partir do afloramento da intuição vigorosa,
da mudança radical de atitudes (...)
para, então, se poder ascender espiritualmente, iluminar-se.
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É preciso praticar (...) o amor a dois (...) vivenciar o amor coletivo
para como todos os seres humanos, animais e para com o planeta, (...) aprendendo e ensinando, transformando positivamente o planeta.
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É preciso, sim, focar no eu individual (...)
dominando tudo que for negativo
e vivenciar pensamentos e sentimentos positivos.

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O despertar da divindade interior é relevante e um caminho a ser trilhado ainda hoje e sempre com segurança por todos.

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Todos os seres são carentes, e tal qual o planeta,
precisam de amor, carinho, atenção e de serem cuidados.

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O amor divino a dois de almas gêmeas
é o antídoto singular (...)
para a transmutação dos seres terrenos,
gerando o amor incondicional...
E desse modo, nascerá o planeta Terra livre
,
a Nova Era com os seus dias azuis.

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Somos todos unos em amor e em divindade.

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"Dias Azuis", livro sobre o amor de almas gêmeas
transmutando o planeta para a Nova Era de Luz.
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