Sucesso
do Reiki em hospitais
(artigo de Moacir Sader – setembro de 2011)
No livro “Reiki, medicina energética”, as autoras Libby Barnett e Maggie Chambers tratam exatamente da interação entre a medicina tradicional e as terapias alternativas. Em vários hospitais dos Estados Unidos da América, profissionais da área de saúde estão se tornando reikianos e utilizando dessa energia divina para potencializar e antecipar o tempo de recuperação e internação hospitalar.
Observo que em meus cursos de
Reiki Usui e Karuna, tenho sido procurado igualmente por profissionais da saúde,
tendo sintonizado médicos, cirurgiões-dentistas, enfermeiras, sendo que esses
profissionais têm enfocado o quão positivamente o Reiki ajuda em suas atuações
profissionais, considerando que o Reiki atua tanto nos pacientes, quanto neles
próprios.
No que tange à aplicação de
Reiki nos próprios profissionais da área médica, vale ser dito que é inegável
a ocorrência natural de desgaste dos profissionais da área de saúde com atuação
em hospitais (e igualmente nos consultórios e clínicas odontológicas), em face da situação estressante dos
plantões e das atividades próprias da área de saúde, situação que
tem sido amenizada com a energização do Reiki desses médicos e enfermeiros em
si e uns nos outros, como bem relatado no livro citado.
Vemos no livro em foco, que o
Reiki tem sido visto como reforço importante para os tratamentos convencionais,
ao explicitar que:
Algumas organizações de saúde, que estão começando a investigar terapias
complementares, endossaram o Reiki como uma parte valiosa da educação corrente
para os profissionais (...) Em cursos de Reiki, os profissionais da saúde
aprendem um método para aumentar suas habilidades médicas, enquanto recebem
uma valiosa ferramenta para a manutenção de sua própria saúde, auto-renovação
e crescimento pessoal. (...) O Reiki está se tornando uma importante parte de
comunicação entre uma extensa variedade de provedores de serviços de saúde.
Além disso, é possível ver
que o enfoque nos hospitais e nas escolas de medicina está mudando no sentido
de serem aceitas as terapias alternativas, como destacado em mais um trecho do
livro citado:
Até
recentemente, terapias alternativas não eram incluídas nos currículo da
escola de medicina nos Estados Unidos, e poucos médicos tiveram experiência
pessoal com elas. (Na Europa, onde terapias complementares são frequentemente
incorporadas no processo médico, muitas escolas de medicina incluem cursos
sobre essas intervenções). Escolas médicas progressistas nos Estados Unidos
estão agora começando a incluir em seus currículos a educação em terapias
complementares. O primeiro livro didático sobre medicina alternativa, Fundamentals
of Complementay and Alternative Medicine, está sendo usado na University
of Virginia School of Medicine em
Charlottesville, e está sendo avaliado em várias outras universidades.
Tradicionalmente, os profissionais ligados à medicina tradicional aprendem ou aprendiam a dar a atenção à doença notadamente do corpo físico, esquecendo-se de focar na saúde de maneira holística. Como se sabe, atualmente, os problemas não aparecem somente no corpo físico, mas também no corpo mental e emocional, sendo muitos dos problemas físicos de origem mental e emocional.
Com essa perspectiva, é preciso
ver a saúde de forma mais ampla, um equilíbrio que precisa ocorrer
primeiramente no corpo mental e emocional e depois, ou concomitantemente, no
corpo físico. Um desequilíbrio em qualquer desses três corpos irá gerar o
que se chama doença, razão pela qual o que se deve buscar sempre, quer
preventivamente, quer com os problemas instalados, é o equilíbrio físico,
mental e emocional e não atuação isolada em um dos corpos apenas.
Com essa visão ampliada, as
duas mestras enfocam no livro em análise que:
Curar
envolve ir em direção da totalidade. Curar gentilmente dissolve pensamentos
limitantes e nos impulsiona a aceitar todos os nossos aspectos. Esse é um
estado de viver com consciência, em equilíbrio e harmonia conosco e nosso meio
ambiente e com a intenção de nos expressarmos autenticamente em todas as áreas
de nossas vidas. Nesse estado de consciência, vivenciamos humor, vitalidade,
organização, auto-aceitação, criatividade, flexibilidade, compreensão
intuitiva e clareza de pensamentos. Este é um bem-estar excelente.
Tal como defendem as duas mestras
de Reiki, com as quais concordo, o ser humano é pura energia, fluindo
dinamicamente para dentro e para fora, interagindo com tudo que existe. Esse
processo energético acontece por intermédio dos chakras, que são portas energéticas
de mão dupla, recebendo e emitindo energia. Assim, é preciso ver a saúde como
algo amplo e dinâmico, não podendo o corpo ser visto apenas como sendo junção
de partes e nem o mundo com matéria unicamente.
Com importante visão de que os pensamentos e sentimentos influenciam na saúde como um todo e na saúde do corpo, Deepak Chopra, no seu livro “Ageless Body, Timeless Mind”, diz que “Nossas células estão constantemente e secretamente ouvindo nossos pensamentos, e sendo modificadas por eles.”. Tal enfoque com visão holística foi tratado por mim também no livro “Viagem à cidade espiritual de Necanerom” (2011, 2ª edição) – (clique aqui e saiba mais sobre este livro e como solicitar e receber em sua residência).
Essa procura intensa, atualmente ocorrendo em maior quantidade, visto que a estimativa atualmente é que 70% dos americanos utilizem algum tipo de tratamento alternativo em auxílio aos tratamentos médicos tradicionais. Tal fato sugere o êxito que os tratamentos alternativos estão realizando, ainda que muitos deles sejam em complemento aos tratamentos realizados pela medicinal tradicional.
Nesse contexto, é bom que se
diga que, atualmente, já vem ocorrendo nos Estados Unidos pagamento, por parte
de seguradoras, de tratamentos realizados pelo Reiki, considerando que algumas
seguradoras concluíram que os pacientes tratados com o Reiki acabam antecipando
o tratamento convencional, gerando menos dispêndios de ordem financeira para os
planos de saúde.
Essa conclusão a que estão
chegando as seguradoras é perfeitamente explicada e racional, uma vez que,
segundo consta no livro das duas autoras, em face de diversos relatos de profissionais da
medicina tradicional,
quanfo
os profissionais médicos integram o Reiki na rotina de seus procedimentos
normais, os pacientes frequentemente relatam sentir menos dor e ansiedade,
requerem menos medicação e têm períodos de recuperação mais rápida.
No meu artigo “Reiki
e as pesquisas científicas” (ler:
clique
aqui),
eu relato diversas pesquisas que estão sendo realizadas com o Reiki,
comprovando a sua eficácia, inclusive com referência ao êxito no tratamento
de pacientes internados em hospitais em virtude de precisarem de menos remédios
para dor em relação aos pacientes que não receberam a aplicação reikiana.
No artigo, escrito em 2009,
comentei que
no
hospital regional de Portsmouth (Columbia, Estados Unidos), onde se oferece
Reiki (por 15 minutos) antes e após as cirurgias: 872 pacientes, em experiência
realizada no ano de 1998, receberam o Reiki, tendo sido constatada a redução
de analgésico após as cirurgias comparando-se com os pacientes que não
receberam a energia do Reiki.
Com
os fatos concretos de êxito nos hospitais, a interação do Reiki com a
medicina tradicional tende, inevitavelmente, a se intensificar cada vez mais,
ajudando na recuperação da saúde como um todo, de forma holística.
Novos
métodos de medição dos resultados com o Reiki estarão sendo testados, sendo
que os resultados estatísticos já evidenciem a positiva atuação do Reiki na
recuperação de doenças do corpo físico, embora o Reiki atue também na
recuperação de todos os corpos do paciente, inclusive os corpos sutis (etéreo,
mental, emocional e espiritual), o que lhe dá a tão especial capacidade de
ser uma terapia curadora holística.
Esta
busca de resultados positivos do Reiki é inerente ao ser humano, acontecendo
também com o próprio reikiano. Os reikianos, contudo, devem seguir as orientações
simples e importantes de Hawayo Takata, a primeira mulher a se tornar mestra de
Reiki. Quando questionada sobre resultados a serem obtidos com o Reiki, ela
dizia o seguinte: “Apenas façam
Reiki!”, “Apenas façam Reiki!” “Apenas façam Reiki!”.
Essa
visão de Takata, tal como referido no livro em comento, era porque “ela sabia
que a experiência de canalizar a energia universal de vida levaria as pessoas a
incorporarem, definitivamente, a compreensão do poder dessa antiga prática de
cura.”
Esse
sábio conselho revela grande conhecimento, visto que os reikianos após serem
sintonizados e praticarem regularmente o Reiki, (tal como tenho experienciado
comigo e com os meus alunos), acabam mudando os seus conceitos sobre os valores
da vida, tornando-se mais espirituais, além do desenvolvimento da intuição em
grau muito especial (mais forte a cada nova sintonização). Essa intuição
ampliada os leva à sabedoria de como atuar com Reiki em cada situação pessoal
ou de seus pacientes, em prol do êxito pleno.
E
desse modo, como bem destacado pelas autoras Libby Barnett e Maggie Chambers no livro em análise:
Ao
trabalhar no plano energético, como fazemos com o Reiki, os movimentos e mudanças que acontecem com o receptor frequentemente têm lugar num nível
não-material [embora atue também
magnificamente no corpo físico] e por
isso pode ser difícil de perceber. Mesmo assim, a cura está acontecendo para o
receptor de acordo com a mais alta prioridade na ordem holística do universo.
Os efeitos de uma sessão de Reiki podem ser sentidos fisicamente, ou pode
resultar de uma mudança de atitude, um percepção criativa, uma solução para
um problema frustrante ou uma quantidade enorme de outros meios não-físicos. O
que prova se um procedimento terapêutico é efetivo não está apenas na reunião
de dados, mas na experiência real do cliente – física, mental e emocional.
Esses efeitos holísticos são
claramente sentidos pelos reikianos e pelos pacientes de Reiki e, por isso, como
bem enfocado no mesmo livro:
A
Office of Alternative Medicine está
estabelecendo diretrizes para avaliar a eficácia de terapias complementares. Se é
para o Reiki ser seriamente investigado, as metodologias atuais para a pesquisa
precisam ser expandidas para que possa medir acuradamente o impacto dele nos
resultados. Até que uma quantidade suficiente de pesquisa sobre seus efeitos
seja moldada e conduzida, temos de depender da evidência oral para criar a
possibilidade na mente das pessoas de que o Reiki de fato funciona.
Mesmo com falta de adequados critérios
para mensurar os resultados do Reiki, as autoras citam os estudos realizados por
Wendy Wtezel, com parte de sua tese de mestrado na Sonoma
State University:
O
estudo declara que “em indivíduos que receberam o treinamento do Primeiro
Grau do Reiki [sintonização Usui 1], havia uma mudança significativa na
capacidade de transporte de oxigênio (do sangue) dentro do período de vinte e
quatro horas (seguintes à iniciação), conforme refletido pela medição dos
valores de hemoglobina e hematócritos, significativo nos níveis P=.01”
Nesse mesmo enfoque, no meu
artigo “Reiki e as pesquisas científicas”
(clique
aqui para ler), fiz a seguinte referência à mesma pesquisa
realizada por Wendy Wtezel em 1989, quando ele de fato comprovou que
todos
os 48 participantes da iniciação
do nível 1 (Usui) apresentaram elevação
significativa dos valores medidos no sangue (exame feito antes e depois da
sintonização), enquanto um grupo de pessoas não sintonizadas não apresentou
nenhuma alteração sanguínea conforme demonstraram os exames realizados na
mesma época. O resultado positivo da experiência foi de 100 por cento,
comprovando os efeitos da sintonização de Reiki no sangue.
Esse fato é explicado,
uma vez que, com
as sintonizações de Reiki, os bloqueios energéticos dos corpos físico e sutis são
dissolvidos, voltando a energia a
fluir livremente, elevando o nível saudável tanto do corpo físico, quanto dos
demais corpos que compõem a pessoa (mental, emocional, etéreo e espiritual).
A sintonização de Reiki se
equivale, por conta dessa mutação holística, a uma grande sessão de cura,
tendo sido muitos os relatos de meus alunos durante as inúmeras sintonizações
que venho realizando, conforme tratei no meu livro “Sintonização, momento
mágico do Reiki”. (clique no título
do livro para download grátis), sendo que muitas outras experiências e
sucessos com o Reiki estarão disponíveis no meu livro “O Poder
do Reiki” (veja
mais clicando aqui) a ser publicado pela Editora Pensamento.
Com as próprias experiências
que contam substancialmente, e também como os relatos de outras pessoas, os
reikianos passam a ter certeza de que o Reiki funciona e, mais especialmente, que
os milagres acontecem, embora o resultado obtido com o Reiki seja algo normal e
não propriamente um milagre.
Os resultados especiais do Reiki
acabam por vezes sendo entendidos como milagres por não poderem ser explicados
cientificamente, embora ocorra algo normal em face da interação humana com a
energia cósmica.
As autoras citadas enfocam que:
Diferente
de outras formas de medicina de energia, o Reiki não precisa diagnosticar o
desequilíbrio no campo energético do receptor, nem remodelar intencionalmente
o sistema. Não há possibilidade de erro de diagnóstico ou sobrecarga de
energia do Reiki, porque em toda e qualquer sessão é o cliente quem está no
comando, suas células absorvendo a quantidade de energia necessária para
trazer mente/corpo de volta à homeostase. Tudo isso acontece além da mente
consciente – o cliente não precisa esforçar-se para absorver a energia
vital. Isso acontece independentemente de sistema, de crença, estado emocional
ou preferência religiosa. A inteligência interior do corpo orquestra toda a
sessão de acordo com a inteligência criativa do universo (...) caracterizamos
o processo do Reiki como sendo as células do corpo puxando a força universal
de vida.
A referência à questão de
crença é muito importante, pois, muitos acham que a cura pelo Reiki se dá em
face de questão psicológica do paciente ou gerada por sua fé. Isso não é
verdade, embora os aspectos psicológicos e fé ajudem em tudo, como demonstrado
em pesquisa científica realizada com animais, (os quais, evidentemente, não
possuem crença ou fé), conforme publicação na revista Galileu em 2010 e
referenciada no artigo “Reiki e as pesquisas científicas”
(clique
aqui para ler).
Na matéria publicada na revista Galileu, foram reproduzidos os resultados obtidos pelo psicobiólogo Ricardo Monezi, que é pesquisador de medicina comportamental da Universidade Federal de São Paulo, em face de tratamento com o Reiki em camundongos acometidos de câncer.
No
experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três
grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo
“controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos
de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional [Reiki]
sempre pelas mãos da mesma pessoa. Depois
de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica,
ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram
que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células
imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células
cancerígenas.
Como
visto na experiência acima mencionada, os profissionais da área médica e as seguradoras de planos de saúde (como
enfocado acima) estão percebendo que as terapias
alternativas potencializam a possibilidade de cura e antecipam as altas nos
hospitais, sendo um tratamento auxiliar não dispendioso, requerendo, que no caso do Reiki, apenas a imposição das mãos do reikiano.
Sabemos que o custo com os
gastos são sempre algo importante no tempo de forte escassez financeira, mesmo
para países desenvolvidos, especialmente no que tange à saúde, cuja internação
tem ficado cada vez mais cara, até mesmo para as grandes seguradoras com atuação
no ramo da saúde.
Assim, com essa linha de
pensamento, as autoras do livro em foco, observam que o Reiki se constitui
“numa excelente solução para manter a alta qualidade de assistência médica
a um custo mínimo.”
As mestras e autoras do livro
informam que os enfermeiros sintonizados no Reiki, e que puseram em prática os
ensinamentos do Reiki durante os seus atendimentos hospitalares, observaram as
seguintes mudanças nos pacientes internados:
Os
pacientes ficam corados (isto é, aumenta a circulação);
mãos
e pés se aquecem;
dormem
calmamente e por períodos mais longos;
ocorre relaxamento;
é necessário menos tempo para acalmar os pacientes depois de um evento
estressante;
os
pacientes têm uma atitude mais positiva;
ficam
mais cooperativos;
relatam
diminuição de dor.
No Brasil, segundo matéria publicada na revista Veja, de setembro/2011, no hospital Sírio-Libanês existe um departamento de Cuidados Integrativos, cuja coordenação é realizada por um mestre de Reiki o qual lidera uma equipe multidisciplinar para aplicar técnicas ligadas a terapias alternativas.
Segundo
ainda a matéria da Veja, nos Estados Unidos o médico Brian Bernan fundou o
Centro de Medicina Integrativa da Universidade de Maryland, tornando-se a
primeira instituição de ensino dos EUA a ministrar técnicas de terapias
alternativas.
Este
centro de ensino americano é considerado como sendo instituição de pesquisa
de excelência, compondo-se de 12 professores e mais de 60 alunos, com
atendimento a mais 10 mil pessoas e grande fila de espera.
Em
resposta à questão sobre o ceticismo que ainda existe entre muitas pessoas e
de profissionais da área médica tradicional, o médico Brian respondeu,
conforme consta da mesma matéria da Veja, o seguinte:
Desde
a criação do nosso centro, há vinte anos, observo mais e a mais médicos e
acadêmicos deixando o ceticismo de lado. Isso só foi possível porque hoje,
graças aos avanços da ciência conseguimos reunir evidências de que algumas
dessas terapias realmente funcionam. No centro de medicina integrativa, dispomos
de um banco de dados que reúne 40.000 estudos em andamento sobre o assunto. Na
década de 90, eles não passavam de 1.000. Há que considerar também que a
medicina convencional não oferece respostas para todos os males.
Especificamente
sobre o Reiki, Brian Bernan fez referência ao falar do stress, (doença da
atualidade que vem gerando tantas outras em termos somáticos). Diz o médico:
As
doenças estão mudando. Males como pneumonia têm causa simples – no caso,
uma infecção -, mas várias das doenças da modernidade, como obesidade e
diabetes, são crônicas e envolvem uma série de riscos e mecanismo fisiopatológicos.
O stress, por exemplo, é um grande problema nos dias que correm e está,
na maioria das vezes, na raiz da depressão e dos distúrbios cardiovasculares. Ainda
não se inventou uma pílula contra o stress, mas ferramentas como acupuntura, o
REIKI, ou meditação conseguem aliviar o sofrimento dos pacientes.
(grifo meu)
Sobre
a utilização da medicina tradicional e das terapias alternativas, o médico
Brian Bernan, respondeu:
Eu
acredito em uma abordagem integrada. O objetivo é sempre usar melhor da
medicina convencional e o melhor da medicina complementar em defesa do doente.
E
para quem se põe contra a associação dos dois tipos de tratamento,
convencional e alternativo? A essa questão, respondeu Brian dizendo quem assim
se posiciona:
É um comportamento inútil. Se alguém tem a perder com isso, esse alguém é o paciente. É preciso pôr o doente, e não a doença, no centro da discussão e perguntar: qual é o melhor tratamento possível para essa pessoa? Frequentemente, a combinação entre a abordagem convencional e as terapias complementares é a melhor saída.
Recentemente, acompanhando a
minha mãe operada em face de fratura no fêmur, apliquei muito Reiki enquanto
ela esteve internada e pude ver a sua rápida recuperação, ainda que esteja
com 92 anos, sempre relaxando e dormindo ao receber Reiki. Um dia, a sua pressão arterial subiu e gerou náusea. Enquanto a
enfermeira foi verificar com o médico qual a medicação a ser aplicada, já
que não havia indicação medicamentosa para pressão arterial, pois minha mãe
não tem quadro de pressão alta, eu apliquei um símbolo do Reiki Karuna e logo
o enjoo passou e minha mãe adormeceu. Quando a enfermeira retornou
(relativamente em tempo curto), eu solicitei que fosse medida novamente a pressão
arterial, e para surpresa da enfermeira, a pressão de minha mãe estava normal,
12 por 8 (não houve, então, necessidade de remédio para pressão enquanto ela
esteve internada).
No livro em destaque, são
narrados vários casos de curas e antecipação de curas ocorridas nos hospitais
norte-americanos em face da atuação com o Reiki, seja por reikiano que não é
profissional da área médica, como também por médicos e enfermeiros que se
tornaram reikianos e passaram a se utilizar dessa energia para ajudar no
processo de cura de seus pacientes.
Além disso, os médicos
passaram a ficar mais energizados e a intuição potencializada ajudando a
descobrir causas das doenças e a melhor forma de atuar com o tratamento
convencional.
E o que tem acontecido ainda de
especial nesse processo de atuação do Reiki nos hospitais tem sido a ocorrência
de maior segurança sentida pelos pacientes e igualmente felizes por receberem o
toque reikiano (de médicos e de enfermeiros) durante o tempo de internação.
Esse toque é efetivamente mágico, ainda que natural e plenamente renovador por
contemplar a singular e maravilhosa energia curadora do Reiki e proporcionar o
afago humano tão carente nas relações de profissionais da área médica com
os seus pacientes.
O sucesso do Reiki em todos os
lugares, e especialmente nos hospitais, ganhará ainda mais destaque e
comprovação
neste tempo de mudança que vem acontecendo no planeta para uma nova era de
energia espiritualmente elevada que vem, gradativamente, sendo implantada.
Torne-se reikiano e passe a influir positivamente em sua vida e na vida das pessoas e do planeta. Saiba mais sobre os cursos de Reiki à distância (abaixo nesta página ou clicando aqui).
Luz e Amor, sempre.
Moacir Sader
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